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PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA A DISTÂNCIA

Portal Educação

CURSO DE
BRINCADEIRAS E JOGOS INFANTIS

Aluno:

EaD - Educação a Distância Portal Educação

AN02FREV001/REV 4.0
CURSO DE
BRINCADEIRAS E JOGOS INFANTIS

MÓDULO IV

Atenção: O material deste módulo está disponível apenas como parâmetro de estudos para este
Programa de Educação Continuada. É proibida qualquer forma de comercialização ou distribuição
do mesmo sem a autorização expressa do Portal Educação. Os créditos do conteúdo aqui contido
são dados aos seus respectivos autores descritos nas Referências Bibliográficas.

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MÓDULO IV

24 A FORMAÇÃO DO EDUCADOR POR MEIO DA VIVÊNCIA, DA DISCUSSÃO E


DA REFLEXÃO DOS JOGOS E BRINCADEIRAS

O intuito neste módulo é apresentar uma reflexão sobre o uso de jogos na


educação, suas possibilidades como estratégias de ensino, as quais podem ser
utilizadas com o objetivo de construir conhecimentos, treinar habilidades já
estudadas, aprofundar questões importantes e desenvolver estratégias de raciocínio
lógico.
Os jogos educativos além de serem divertidos dando destaque ao lúdico,
quando usados pedagogicamente, ajudam os educandos na criação e
familiarização de conhecimentos, permitem a interação entre os jogadores e/ou
trabalho em equipe. Sobressaem-se os jogos como um recurso a mais a ser
estabelecido e explorado com os alunos, podendo somar positivamente no processo
de ensino-aprendizagem. Empregados de forma adequada e com mediações por
parte dos educadores, com certeza, acrescentam-se à educação como mais um
atuante transformador, enriquecendo as aulas de forma divertida e animada, porque
brincando também se aprende e é muito mais prazeroso.
Nesse sentido, busca-se ainda uma maior integração entre os
desenvolvedores de jogos educativos computacionais com profissionais da
educação, com o objetivo de aliar o prazer de jogar, com as melhores práticas
educativas, transformando a criança de hoje, em um adulto que saiba trabalhar em
equipe, ganhar e perder e sinta prazer no que faz.
É importante enfatizar que toda atividade com brinquedos pode trazer
aprendizagem para a criança, mesmo que seja realizada independente do
acompanhamento de um adulto, sozinha a criança pode descobrir e inventar novas
maneiras de brincar com determinado brinquedo, apesar de que dessa forma a
criança poderá levar mais tempo para se relacionar nas brincadeiras de grupos, ou

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que ela seja realizada de forma direcionada, intencional pelo adulto que vai lhe
conduzir para adquirir determinadas habilidades. Todavia, a melhor maneira de a
criança aprender a brincar é respeitando seu próprio ritmo, por isso é importante
ajudá-la e encorajá-la, se necessário.
No processo da educação infantil o papel do professor é essencialmente
importante, pois é ele quem cria os espaços, disponibiliza materiais, participa das
brincadeiras, ou seja, faz a mediação da construção do conhecimento (MARTINEZ,
2002, 2003, 2006).

25 DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA

Toda criança tem direito a brincar. Esse direito é tão fundamental que foi
incluído na Declaração das Nações Unidas dos Direitos da Criança, em 1959, e
reiterado em 1990, quando a ONU adotou a Convenção dos Direitos da Criança.
Quando as crianças brincam, conhecem a si mesmas a aos outros. Descobrem o
mundo e exercitam novas habilidades. Criam vínculo. Elaboram saídas para as
situações de conflito, aumentando assim, a autoestima. Tornam-se mais avançadas
em desenvolvimento cognitivo, psicomotor e afetivo. Compartilham mais, são menos
agressivas e têm relacionamentos mais seguros com suas famílias. Brincar é
sinônimo de infância! Quem brinca agora aprende a encontrar soluções criativas no
trabalho, nos relacionamentos, na vida...
Pensando no brincar e nos demais direitos, a Declaração dos Direitos da
Criança é adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas de 20 de novembro de
1989 e ratificada pelo Brasil. Tem como base e fundamento os direitos a: liberdade,
estudos, brincar e convívio social das crianças que devem ser respeitadas e
preconizadas em dez princípios.

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Princípio I - À igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade.

A criança desfrutará de todos os direitos enunciados nesta Declaração.


Estes direitos serão outorgados a todas as crianças, sem qualquer exceção,
distinção ou discriminação por motivos de raça, cor, sexo, idioma, religião, opiniões
políticas ou de outra natureza, nacionalidade ou origem social, posição econômica,
nascimento ou outra condição, seja inerente à própria criança ou à sua família.

Princípio II - Direito a especial proteção para o seu desenvolvimento físico,


mental e social.

A criança gozará de proteção especial e disporá de oportunidade e serviços


a serem estabelecidos em lei e por outros meios, de modo que possa desenvolver-
se física, mental, moral, espiritual e socialmente de forma saudável e normal, assim
como em condições de liberdade e dignidade. Ao promulgar leis com este fim, a
consideração fundamental a que se atenderá será o interesse superior da criança.

Princípio III - Direito a um nome e a uma nacionalidade.

A criança tem direito, desde o seu nascimento, a um nome e a uma


nacionalidade.

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Princípio IV - Direito à alimentação, moradia e assistência médica adequadas
para a criança e a mãe.

A criança deve gozar dos benefícios da previdência social. Terá direito a


crescer e desenvolver-se em boa saúde; para essa finalidade deverão ser
proporcionados, tanto a ela, quanto à sua mãe, cuidados especiais, incluindo-se a
alimentação pré e pós-natal. A criança terá direito a desfrutar de alimentação,
moradia, lazer e serviços médicos adequados.

Princípio V - Direito à educação e a cuidados especiais para a criança física ou


mentalmente deficiente.

A criança física ou mentalmente deficiente ou aquela que sofre de algum


impedimento social deve receber o tratamento, a educação e os cuidados especiais
que requeira o seu caso particular.

Princípio VI - Direito ao amor e à compreensão por parte dos pais e da


sociedade.

A criança necessita de amor e compreensão, para o desenvolvimento pleno


e harmonioso de sua personalidade; sempre que possível, deverá crescer com o
amparo e sob a responsabilidade de seus pais, mas, em qualquer caso, em um
ambiente de afeto e segurança moral e material; salvo circunstâncias excepcionais,
não se deverá separar a criança de tenra idade de sua mãe. A sociedade e as
autoridades públicas terão a obrigação de cuidar especialmente do menor
abandonado ou daqueles que careçam de meios adequados de subsistência.
Convém que se concedam subsídios governamentais, ou de outra espécie, para a
manutenção dos filhos de famílias numerosas.

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Princípio VII - Direito à educação gratuita e ao lazer infantil.

O interesse superior da criança deverá ser o interesse diretor daqueles que


têm a responsabilidade por sua educação e orientação; tal responsabilidade
incumbe, em primeira instância, a seus pais.
A criança deve desfrutar plenamente de jogos e brincadeiras os quais
deverão estar dirigidos para educação; a sociedade e as autoridades públicas se
esforçarão para promover o exercício deste direito.
A criança tem direito a receber educação escolar, a qual será gratuita e
obrigatória, ao menos nas etapas elementares. Dar-se-á à criança uma educação
que favoreça sua cultura geral e lhe permita - em condições de igualdade de
oportunidades - desenvolver suas aptidões e sua individualidade, seu senso de
responsabilidade social e moral. Chegando a ser um membro útil à sociedade.

Princípio VIII - Direito a ser socorrido em primeiro lugar, em caso de


catástrofes.

A criança deve - em todas as circunstâncias - figurar entre os primeiros a


receber proteção e auxílio.

Princípio IX - Direito a ser protegido contra o abandono e a exploração no


trabalho.

A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono, crueldade e


exploração. Não será objeto de nenhum tipo de tráfico.

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Não se deverá permitir que a criança trabalhe antes de uma idade mínima
adequada; em caso algum será permitido que a criança dedique-se, ou a ela se
imponha, qualquer ocupação ou emprego que possa prejudicar sua saúde ou sua
educação, ou impedir seu desenvolvimento físico, mental ou moral.

Princípio X - Direito a crescer dentro de um espírito de solidariedade,


compreensão, amizade e justiça entre os povos.

A criança deve ser protegida contra as práticas que possam fomentar a


discriminação racial, religiosa, ou de qualquer outra índole. Deve ser educada dentro
de um espírito de compreensão, tolerância, amizade entre os povos, paz e
fraternidade universais e com plena consciência de que deve consagrar suas
energias e aptidões ao serviço de seus semelhantes.
FONTE: Disponível em: <http://www.culturabrasil.org/direitosdacrianca.htm>.
Acesso em: 13 nov. 2011

26 SUGESTÕES DE SITES COM BRINCADEIRAS E JOGOS INFANTIS

 Pisca; Sete vidas; Pedreiro e carpinteiro; Os quatro cantinhos; O muro


chinês; A águia na sua caçada; Malha numerada; O urso dorminhoco; Aí
vai aço; Serpente.
Brincadeiras. Disponível em:
<http://www.prof2000.pt/users/cfpoa/jogosinfantis/listajogos.htm>. Acesso
em: 13 nov. 2011

 Jogos e Brincadeiras. Disponível em:


<http://www.jogosbrincadeiras.com.br/>. Acesso em: 13 nov. 2011

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É um site de atividades para educação infantil. Direcionado para professores
e educadores, especializado em atividades escolares, transmite informações de
diversas áreas escolares para melhorar a qualidade de ensino de nossos leitores.

 Jogos e brincadeiras Infantis populares. Disponível em:


<http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/index.php?option=com_conte
nt&view=article&id=372&Itemid=189>. Acesso em: 13 nov. 2011

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Acesso em: 13 nov. 2011.

FIGURA 56 - PÁGINA DA REVISTA NOVA ESCOLA

FONTE: Nova Escola. Disponível em: <http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/jogos-


brincadeiras.shtml>. Acesso em: 13 nov. 2011.

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FIM DO MÓDULO IV

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